
Bebo uma saudade que não me cabe,
Que reflete em lágrimas
E apaga o brilho da constelação
que já foram meus olhos,
em um passado não muito distante.
Aprecio o escuro da noite,
Onde me escondo das artimanhas
das minhas emoções
Um ar de mistério me persegue e,
Caminho sem saber ao certo onde estou
Descuido.
A mudança da fase da lua expõe
Minha face oculta tão escondida
Pela escuridão.
E apesar das incertezas admito,
É hora de recomeçar
E a sombra das minhas curvas se movem lentamente
Na luz do luar e,
Ao dominar meu fingimento
Sigo sem olhar para trás.
(Ro Primo)
9 comentários:
Como diria Fernando Sabino, devemos fazer da queda um passo de dança. Foi uma maneira muito bonita de falar em desilusão e recomeço.
Da beleza das palavras e imagens não houve qualquer descuido.
Beijo, Ro.
Sempre difícil, mas necessário o recomeço... muito bom, beijos.
http://melodiaemversos.blogspot.com
Rose,parabens pelo blog. Esta intenso e com palavras poeticas unicas.
Jose Nelson Matos
Obrigada pela visita, fico muito feliz, voltem sempre. Beijos
"Sigo sem olhar pra trás".
Não há como fugirmos disso.
Beijo,
Doce de Lira
:-) adorei! Parabéns! Abraços Jorge.
:-) Muito bom! Gostei demais! Abraços, Jorge.
bacana, hein!
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